quarta-feira, 9 de junho de 2010

Antigamente o Windows era apenas uma Interface Gráfica para o DOS e não um Sistema Operacional

Segundo a enciclopédia virtual Wikipédia o Windows surgiu inicialmente como uma interface gráfica para o MS-DOS só sendo considerado verdadeiramente sistema operacional a partir do Windows NT e do Windows 95, mas mesmo assim era veiculado como um sistema operacional e o sistema na versão 3.0 era necessário primeiro passar pelos DOS e depois digitar no prompt a palavra “WIN” somente depois deste procedimento era possível ter contato com um sistema gráfico Windows, mas a interface gráfica inicialmente não foi desenvolvida pela Microsoft e sim pela empresa americana Xerox na década de 70, mas infelizmente o custo para manter o sistema gráfico funcionando era relativamente caro, pois envolvia o uso de um hardware potente, posteriormente a Xerox apresenta a idéia da interface gráfica ao Steve Jobs, que visitou os laboratórios da empresa. Segundo a Wikipédia os engenheiros da Apple, entre eles o renomado Steve Wozniak, melhorarem o conceito, e eles acabaram projetando um modelo duas vezes mais barato que o Star, batizado Lisa. Depois em 1984 os engenheiros da Apple dividem os custos pela metade mais uma vez e apresentam o Macintosh. Neste mesmo período Bill Gates, segundo relatos do filme “Piratas do Vale do Silício”, fica se sentindo ultrapassado pelo Apple e deseja ver de perto o funcionamento da empresa, ainda segundo o filme Bill Gates em certo momento cita para a sua equipe uma frase de Pablo Picasso que diz “Bons artistas copiam, grandes artistas roubam”, novamente em outro momento ele cita outra frase de um Chefe da máfia que diz “Os amigos devem ficar próximos da gente e os inimigos mais ainda” se for feita uma correlação entre os fatos, o desejo de Bill em querer se aproximar da Apple da a entender que ele pretendia apenas se aproveitar se conseguisse uma parceria com a empresa, posteriormente ao visitar a apple, Steve Jobs os recebe como se fossem inferiores a ele, mas apesar da recepção ele mostra para a equipe da Microsoft os produtos da empresa, nesta época o projeto do sistema gráfico da apple ainda estava em desenvolvimento o Liza e o Macintosh ainda não tinham sido lançados, em um golpe de inteligência e sutileza Bill consegue convencer a Steve se unir de forma amigável a ele, assim começa a história da ascensão da Microsoft que praticamente se baseou numa parceria com o inimigo para apenas se aproveitar da ingenuidade. Mas isso também ocorreu de forma semelhante desde do inicio da Microsoft que obteve a chave principal em vender um produto sem que pelos menos ele existisse.
No período inicial da Microsoft ele é recheado de fatos que não agradam as pessoas que a conhecem, bastam assistir o filme "Piratas do Vale do Silício" que conta quase que fielmente as histórias escondidas por trás do surgimento da Microsoft. O inicio da Gigante do software Resumidamente da seguinte forma, Bill Gates e Paull Allen foram os que fundaram a Microsoft na década de 70, mas com a visão surpreendente de Bill Gates ele desejava alavancar mais ainda os seus negócios, nesta época somente o Altair possuía software produzido por ela e pagava os direitos de uso para Bill Gates, só que mesmo assim ainda não era suficiente para ele, enfrentar a IBM era uma questão fundamental para ascensão da empresa de qualquer empresa de software, e foi o que ele justamente fez neste mesmo período a IBM acabava de lançar um novo mainframe só que faltava a parte lógica que é fundamental para o funcionamento
de qualquer computador, o sistema operacional, assim Bill Gates sabendo destas informações decidiu oferecer a IBM um sistema operacional compatível com os produtos da empresa e da mesma forma que acontece hoje ela ofereceu um produto que na verdade não existia e ele chamava DOS.
Veja Neste Vídeo dublado em espanhol um trecho do filme “Piratas do Vale do Silício” que mostra claramente o que eu disse acima:




O correto na verdade era que o DOS na verdade existia só que não pertencia a Bill Gates e sim a Tim Paterson, engenheiro em que no ano de 1980 aos 24 anos de idade trabalhava para a Seattle Computer Products. Desenvolveu um sistema operacional parecido com o CP/M, criado por Gary Kildall da Digital Research batizando-o de QDOS, porém Paull Allen foi oferecer a ele uma quantia de exatamente $50.000 (cinqüenta mil dólares) pelos direitos do DOS e obviamente claro que Tim Paterson não tinha a mínima idéia dos reais motivos da oferta e quando foi ofereceu a ele a quantia exata em dinheiro Paterson ficou surpreendido e nessas condições sem conhecer as intenções cedeu e vendeu o DOS. Só que mesmo sem possuir ainda os direitos e sem ter a certeza que Tim os venderia, Bill Gates vende o sistema a IBM como se já fossem deles. Após a venda dos direitos passou a chamar-se MS-DOS (Disk Operating System). O DOS era o sistema operacional e o Windows viria a ser apenas a interface gráfica desenvolvida para ele e não o próprio sistema. Mas o DOS tinha um limitação problemática ele foi baseado originalmente para funcionar apenas no processador Intel 8088 e só conseguia endereçar 1MB de RAM, sendo assim não existia multitarefa (só poderia abrir um programa de vez) e nem multi usuário. No lançamento da primeira versão do Windows em 1985 ainda não era possível encontrar as mesmas características a nível técnico aos do Mac nem mesmo nas versões da série 2.0, mas Bill Gates queria por queria que o sistema fosse multitarefa e multi usuário já que o DOS só trabalha com o processador 8088 e já no final da década de 80 novos processadores tinham sido lançados os 80286 e o 80386, o DOS funcionava perfeitamente nestes processadores só que limitados como se fosse um 8088 já que a Intel se esforçou em lançar produtos compatíveis com os anteriores. Somente em 90 no lançamento do Windows 3.0 foi possível ser considerado sistema operacional, porém ele era um Ambiente Operacional que rodava em cima do MS-DOS como núcleo e ainda precisava ativar primeiro o MS-DOS para depois ativar o Windows.
Segundo o site http://falcon-dark.blogspot.com/2005/03/ie-7.html em 1994 antes do lançamento do Windows 95, foi publicada uma reportagem em uma revista bem conceituada no país sobre informática (Exame Informática) que tinha como assunto principal que a nova Versão do Windows traz revolucionários recursos, ainda com o codinome Cairo, que viria a ser o Windows 95 que a Microsoft, sempre cumpridora de prazos, acabou lançando apenas em 1996. A reportagem citava fontes da Microsoft que teriam deixando vazar a imprensa que o Cairo traria um sistema de arquivos revolucionário, que permitiria pesquisas mais rápidas, arquivos maiores e traria a simplicidade da organização de sua mesa para o PC. Era uma maravilha muito esperada por todos, já que esse sistema de arquivos seria journaled (sistema seguro que é virtualmente imune à falhas por desligamento brutal) semelhante ao atual jornaling presente nas distribuições do Linux. Será que era verdade?
Passou-se um ano e meio dessa reportagem e a Microsoft lançou o Cairo, o Windows 95. A realidade foi dura para os usuários de computador. Seu sistema de arquivos era o VFAT, uma versão do antigo FAT de 8 bits modificada para suportar, através de um cruzamento de referências diabólico, nomes longos. A bagunça era tanta que usar um programa para análise de discos incorreto poderia destruir todos os seus dados. Isso ocorria porque o VFAT era só meio incompatível com o FAT anterior. Parecendo um FAT puro para programas antigos e suas "novas funções" sendo consideradas erros de alocação, o sistema não só não cumpria nenhuma das promessas como era mais lento e suscetível a falhas que o anterior. A MS afirmou que não foi possível terminar o novo sistema de arquivos a tempo para o lançamento do sistema (que já havia sido adiado 3 vezes).
A multitarefa preemptiva, prometida e invocada várias vezes por ser a personificação do desempenho de 32-bit também não veio. O sistema era apenas meio 32-bit já que as bibliotecas de 16-bit continuavam a rodar no kernel do sistema e quando usadas dominavam a máquina. Por meses até que programas de 32-bit estivessem disponíveis usar o Windows 95 era como usar o Windows 3.1x, com os mesmos travamentos e resets de sempre. A desculpa para isso era a compatibilidade e acabava sendo mais produtivo usar o Win 3.x com as bibliotecas Win32s 1.2a rodando os primeiros programas de 32-bit do que migrar, configurar tudo e descobrir que você ainda não tinha a multitarefa preemptiva. No caso da promessa que o sistema era anti-falha ainda não veio, até mesmo no Windows XP ainda não é possível encontrar essa característica neste sistema é muito comum aparecer aquela telas azuis no inicio do sistema muitas isso geralmente acontece quando alguns arquivos do sistema estão corrompidos, isto é, a promessa de um sistema anti-falhas ainda não ocorreu.
Mais uma vez nós vemos como um marketing construído de forma anti-ética em conjunto formas fraudulentas de obtenção de credibilidade pode acarretar em um sucesso um produto que não é bom tecnicamente. As pessoas ficam imaginando em suas mentes que os produtos lançados oferecem vantagens no qual nenhum outro oferece, me lembro que durante a instalação do Windows 95 as telas apresentadas sempre elogiando as novidades do sistema, as de sempre: plataforma de jogos mais realistas bem como música, vídeo e internet e as mesmas coisas se pode observar no do XP sempre com uma linguagem culta e palavras bonitas sobre as vantagens do sistema era forma de maquiar os defeitos do sistema a mesma coisa no Windows XP, porém nós vemos as promessas não cumpridas, processos judiciais contra atitudes anti-competitivas e quebras de patentes contribuíram para aumentar junto ao público a percepção de que a empresa se utilizou de práticas abusivas para alcançar a posição dominante que desfruta até hoje no mercado.

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